The Witcher 3: Mod DLSS 4.5 Triplica FPS

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O RPG da CD Projekt Red acaba de receber um upgrade técnico massivo. Um novo mod de PureDark introduz o DLSS 4.5 e o Dynamic Multi Frame Generation, permitindo que GPUs modernas alcancem até 6x mais performance em relação à base original.

Superando as limitações do motor original

Embora tenha recebido uma atualização de “Nova Geração” em 2022, The Witcher 3 ficou preso à biblioteca Streamline 1.x. Essa versão é incompatível com as tecnologias de ponta das GPUs RTX série 50, como o Multi Frame Generation (MFG), que exige a versão 2.7.3 ou superior. O mod de PureDark resolve esse gargalo ao forçar a implementação do Streamline 2.11.1, destravando o suporte técnico para multiplicadores de quadros avançados e controle dinâmico de carga.

Performance vs. Qualidade Visual

Em testes realizados pelo canal Gaming DJ utilizando uma GeForce RTX 5070 Ti no perfil Ray Tracing Ultra, os resultados foram impressionantes, mas exigem cautela:

  • Base de 30 FPS: Saltou para 60 FPS (2x) e 90 FPS (3x) com estabilidade.
  • Multiplicador de 6x: Alcançou 180 FPS, porém com degradação visual notável e artefatos em texturas de personagens.
  • O “Sweet Spot”: O equilíbrio ideal foi encontrado no multiplicador de 3x, onde o ganho de fluidez é drástico e os artefatos são quase imperceptíveis durante o gameplay comum.

Como ativar o DLSS 4.5

O mod está disponível através do Patreon do criador (nível Supporter por R$ 32,50). Após garantir o acesso, siga estes passos:

EtapaAção
1Extraia os arquivos na pasta: The Witcher 3\bin\x64_dx12.
2No menu do jogo: Ative o DLSS e desative o Frame Generation nativo.
3Pressione END no teclado para abrir o menu do mod.
4Use a tecla * (numérico) para alternar o Frame Generation em tempo real.

Pragmata: o limite da RE Engine no Switch 2 e PS5?

Após anos de silêncio e adiamentos que se tornaram quase lendários, Pragmata finalmente chegou às mãos do público. Mas o lançamento trouxe consigo um debate técnico que vai além do gameplay: a performance comparativa entre o PlayStation 5 e o recém-chegado Nintendo Switch 2. A grande questão no centro de tudo é a RE Engine, o motor gráfico “coringa” da Capcom. Será que, ao tentar abraçar o vácuo espacial e a portabilidade ao mesmo tempo, a desenvolvedora finalmente atingiu o teto do que seu software pode entregar?

O Confronto: Resolução vs. Reconstrução

À primeira vista, o Switch 2 entrega um resultado visual que desafia a lógica para um console portátil. O segredo não está na força bruta, mas na inteligência.

  • Switch 2 e a Mágica da Nvidia: Graças ao DLSS (Deep Learning Super Sampling), o Switch 2 consegue reconstruir imagens de uma base interna de 540p para uma saída de 1080p na TV com uma nitidez surpreendente. Em imagens estáticas, a estabilidade de bordas no console da Nintendo chega a rivalizar com o PS5 em certos momentos.
  • PS5 e a Força Nativa: No console da Sony, a RE Engine respira aliviada. O jogo opera em uma resolução dinâmica que flutua entre 1440p e 1800p, entregando uma densidade de pixels que o DLSS do Switch 2, por melhor que seja, não consegue simular em texturas complexas, como o traje espacial do protagonista.

Iluminação: Onde o “Corte” dói mais

Se na resolução o Switch 2 consegue disfarçar bem, na iluminação e oclusão ambiental a diferença é brutal. Pragmata depende muito da estética “High-Tech” — superfícies metálicas, luzes de neon e a vastidão estéril da Lua.

No PS5, o Ray Tracing é utilizado para reflexos e iluminação global, dando uma profundidade que faz os objetos parecerem realmente inseridos no cenário. No Switch 2, essas tecnologias são desativadas ou simplificadas ao extremo. O resultado é um visual mais “flat” (plano), onde a ausência de sombras de contato faz com que alguns objetos pareçam flutuar no cenário lunar.

Nem tudo é o que parece: decifre os mistérios e o desfecho da jornada lunar da Capcom.
Pragmata – História e Final Explicado

Performance: Fluidez ou Ambição?

Aqui reside o ponto de maior atrito para os jogadores:

  1. PlayStation 5: Oferece um modo Performance sólido a 60 FPS. É a experiência pretendida pela Capcom, onde a resposta dos comandos é imediata.
  2. Switch 2: O jogo roda com um framerate desbloqueado. Em ambientes fechados, ele encosta nos 50 FPS, mas em áreas abertas com muitos efeitos de partículas, cai para a casa dos 30 a 35 FPS. Essa instabilidade gera o temido frame pacing, tornando a experiência menos fluida do que o ideal.

O Limite da RE Engine?

Dizer que a RE Engine encontrou seu limite seria um erro de interpretação. Na verdade, Pragmata prova o contrário: o motor é um camaleão. O fato de um jogo com essa escala rodar em um hardware portátil com tecnologia de ponta é um triunfo de engenharia.

O “limite” aqui é físico. A Capcom decidiu não fazer um “Cloud Version” para o Switch 2, optando por um port nativo que exige o máximo do hardware. O jogo no Switch 2 é o novo padrão de “Port Impossível”, mas ele deixa claro que, para a RE Engine brilhar em sua totalidade, ela ainda precisa do oxigênio que só os consoles de mesa e PCs robustos conseguem fornecer.

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