A magia chega ao Fortnite: colaboração com Harry Potter é confirmada para o Festival Invernal 2025

Após anos de rumores e pedidos da comunidade, a Epic Games finalmente oficializou a entrada do universo de Harry Potter no ecossistema do Fortnite. O anúncio, que aconteceu durante o The Game Awards 2025, revelou que a parceria vai muito além de simples skins, integrando-se ao evento Festival Invernal 2025.

Como conseguir o primeiro item grátis: O Sapo de Chocolate

A colaboração já começou com uma ação massiva na Epic Games Store. O jogo Hogwarts Legacy ficou gratuito para resgate por tempo limitado (até 18 de dezembro).

  • A Recompensa: Jogadores que registrarem pelo menos 2 horas de jogo em Hogwarts Legacy na versão de PC (via Epic Games Store) até o dia 18 receberão automaticamente o Acessório para as Costas: Sapo de Chocolate no Fortnite.

Skins de Hogwarts: Represente sua Casa

Diferente de outras colaborações que trazem apenas rostos específicos, a Epic focou na personalização. Foi confirmado que a Loja de Itens receberá trajes de Estudantes de Hogwarts.

  • Customização: Os jogadores poderão escolher entre os uniformes da Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa.
  • Acessórios: Além das vestes, espere por picaretas em formato de varinhas e gestos (emotes) que utilizam feitiços icônicos.

Teaser no Chalé do Festival Invernal

O trailer oficial do evento de Natal deste ano (que começa amanhã, 18 de dezembro) mostrou o tradicional chalé decorado com quatro meias na lareira, cada uma exibindo o brasão de uma das casas de Hogwarts. Isso indica que, além dos itens comprados, poderemos ter surpresas temáticas dentro dos presentes gratuitos diários do Festival.

Rumores de Gameplay: A Vassoura Voadora

Embora ainda não confirmado oficialmente pela Epic, leakers (vazadores) renomados como HypeX sugerem que o item mítico Vassoura Voadora será modificado para se parecer com a famosa Nimbus 2000 ou a Firebolt durante o período do evento, permitindo que os jogadores voem pela ilha com estilo bruxo.

Expansão para outros jogos

A parceria com a Warner Bros. se estende para o Rocket League, onde o evento Frosty Fest contará com a “Rivalidade de Casas”, permitindo que os jogadores ganhem pontos para sua casa de Hogwarts favorita através de vitórias nas arenas.

Stranger Things e o mundo dos games: uma conexão além do upside down

A série “Stranger Things” da Netflix não é apenas um fenômeno televisivo; ela é um portal para a nostalgia dos anos 80, repleta de referências à cultura pop que moldou uma geração. E, no coração dessa década, os videogames ocupavam um lugar especial, servindo como pano de fundo e até mesmo como elemento narrativo na aclamada produção dos irmãos Duffer.


O Arcade Como Ponto de Encontro e Refúgio

Desde a primeira temporada, o Palace Arcade é um local icônico para Mike, Dustin, Lucas e Will. Não é apenas um fliperama comum; é um centro de convivência, um refúgio da realidade para esses jovens. Em uma era pré-internet e smartphones, o arcade era o epicentro da vida social adolescente, um lugar onde amizades eram forjadas, rivalidades se acendiam e os mistérios do mundo pareciam um pouco menos assustadores.

  • Socialização e Competição: O fliperama era o principal ponto de encontro para amigos se divertirem, competirem por recordes e planejarem suas aventuras. A camaradagem e as discussões sobre estratégias de jogos eram parte essencial da experiência.

  • Habilidades de Jogo em Destaque: Vemos os personagens exibirem suas proezas em clássicos como Dig Dug, Dragon’s Lair e Pac-Man. Dustin, em particular, tem um histórico de ser um exímio jogador, muitas vezes usando suas habilidades para ganhar apostas ou simplesmente exibir seu talento.

  • Fuga da Realidade: Em um mundo onde o Upside Down, experimentos científicos aterrorizantes e monstros como o Demogorgon ameaçam suas vidas, os videogames oferecem um escape. Eles são um lugar onde os problemas são virtuais, as regras são claras e as vitórias, mesmo que pixelizadas, são concretas e gratificantes.


Dungeons & Dragons: A Base da Narrativa

Muito antes de enfrentarem o Demogorgon, os garotos de Hawkins já batalhavam contra criaturas aterrorizantes no mundo de Dungeons & Dragons. O RPG de mesa não é apenas um hobby na série; ele é a própria linguagem que eles usam para entender e enfrentar os perigos do Upside Down.

  • Metáforas e Nomenclatura: Os monstros e fenômenos do Upside Down são nomeados a partir das criaturas e conceitos de D&D. O Demogorgon, o Devorador de Mentes (Mind Flayer) e até mesmo a “porta” entre as dimensões são explicados através da lógica do jogo.

  • Pensamento Estratégico: As táticas aprendidas nas mesas de D&D são frequentemente aplicadas pelos personagens para resolver problemas da vida real, seja para enganar adultos ou para lutar contra ameaças sobrenaturais. Eles pensam como um grupo de aventureiros em uma campanha, cada um com suas habilidades e papéis definidos.

  • União do Grupo: D&D é o que une o grupo central. É a atividade que fortalece seus laços, os ensina a trabalhar em equipe e a confiar uns nos outros, qualidades essenciais para sobreviver aos eventos extraordinários que os cercam.

Por Que Essa Conexão é Tão Poderosa

A relação entre Stranger Things e o universo dos games (sejam eles de tabuleiro como D&D ou de arcade) vai muito além de meras referências nostálgicas.

A série utiliza esses elementos não só para evocar a década de 80, mas para construir a própria identidade e resiliência de seus protagonistas. Os jogos fornecem as regras, a terminologia e, o mais importante, a estrutura mental que o grupo de Hawkins precisa para transformar o medo do desconhecido em uma missão com objetivos claros.

Ao homenagear a era de ouro dos videogames e do RPG, Stranger Things prova que a diversão e a imaginação cultivadas no Palace Arcade e na mesa de D&D não eram apenas passatempos — elas eram o treinamento essencial que salvou o mundo de uma escuridão que a ciência moderna não conseguia sequer nomear.

E você, qual jogo de Arcade de Stranger Things você desafiaria o Dustin?

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