Leon Must Die Forever chega ao Resident Evil Requiem

Celebrando a marca histórica de 7 milhões de cópias vendidas em tempo recorde, a Capcom liberou nesta semana uma atualização gratuita que expande consideravelmente a experiência de Resident Evil Requiem. O destaque fica para o inédito modo “Leon Must Die Forever” (LMDF), um desafio de sobrevivência focado em combate que promete testar os limites até dos jogadores mais veteranos.

O auge do combate Roguelike

Diferente das campanhas tradicionais, o LMDF introduz uma estrutura de progresso roguelike. O jogador é colocado em cenários icônicos da campanha, mas com uma dinâmica de ondas de inimigos fortalecidos e tempo cronometrado. O grande diferencial está na aleatoriedade: a cada tentativa, as habilidades especiais e upgrades disponíveis para Leon mudam completamente.

O sistema de “Habilidades Fortificadoras” permite que os jogadores preencham uma barra de energia ao derrotar inimigos, liberando poderes que alteram o gameplay — como o estado de “Fúria”, onde Leon ganha olhos vermelhos e um brilho roxo, dizimando hordas com ataques amplificados. Segundo a Capcom, o objetivo foi criar um modo com “alta rejogabilidade”, onde nenhuma partida é igual à anterior.

Homenagens e o fator nostalgia

O nome do conteúdo não foi escolhido ao acaso. O título é uma referência direta ao punitivo modo “Ethan Must Die” de Resident Evil 7, mas também carrega o DNA da série Devil May Cry com o clássico nível de dificuldade “Dante Must Die”.

Para os fãs de longa data, a recompensa pelo esforço é generosa. Além de acessórios cosméticos inéditos, o modo marca o retorno das famosas Orelhas de Gato, que tradicionalmente garantem munição infinita e são o símbolo de status definitivo para quem domina os desafios de Resident Evil.

Melhorias técnicas e futuro

A atualização não se limita apenas ao novo modo. A Capcom aproveitou o patch para implementar melhorias de qualidade de vida, incluindo o suporte completo às funções do DualSense (feedback tátil e gatilhos adaptáveis) no PC, algo muito solicitado pela comunidade.

Para os colecionadores e donos de Nintendo Switch 2, o estúdio também confirmou que novos amiibos de Leon e Grace Ashcroft serão lançados em julho, oferecendo bônus ainda não revelados dentro do jogo.

Final Secreto de Pragmata: Como Desbloquear

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Se você só subiu os créditos uma vez, você não viu o final da história. O verdadeiro desfecho está enterrado no pós-jogo e exige que você domine as mecânicas mais densas do Hugh.

Passo 1: O Sinal Desconhecido

Após a primeira campanha, não comece um New Game comum. Vá ao menu e carregue seu save via “Unknown Signal”. Isso libera o acesso à Hidden Chamber através do bonde (Tram).

Passo 2: O Protocolo de Big Cabin

Fale com o robô Big Cabin. Ele guarda a sala que contém a verdade sobre a trama, mas só a abrirá se você completar 10 simulações de alto nível. Para habilitar essas missões, você deve:

  • Varredura Total: Consiga 100% de coletáveis nos 5 setores principais (use o Object Scan sem dó).
  • Caça aos Mk. II: Re-enfrente os chefes de cada setor em suas versões aprimoradas. Eles estão mais rápidos, batem mais forte e punem erros bobos.

Leia também: “Para entender o peso das revelações que o final secreto traz, você precisa dominar os fundamentos dessa jornada. Entenda a cronologia e os mistérios por trás da Terra abandonada em nosso artigo completo sobre [A História de Pragmata].

Passo 3: O Mod Black Box

Ao limpar as 10 simulações, a sala secreta se abre. Pegue o mod Black Box.

Atenção: Ele não é apenas um cosmético ou buff; é o gatilho narrativo. Equipe-o em um slot de modificação do Hugh imediatamente.

Passo 4: O Verdadeiro Desafio no Central Port

Com o Black Box equipado, volte ao confronto final em Central Port. Esqueça a luta que você conhece. O chefe final agora usará padrões de ataque inéditos e camadas de hacking que exigem reflexos perfeitos.

O Resultado: Após a vitória, a sequência final de trilhos e as cutscenes de encerramento serão expandidas com diálogos e revelações que só aparecem para quem teve o “sangue frio” de platinar os desafios de Big Cabin.

Pragmata: o limite da RE Engine no Switch 2 e PS5?

Após anos de silêncio e adiamentos que se tornaram quase lendários, Pragmata finalmente chegou às mãos do público. Mas o lançamento trouxe consigo um debate técnico que vai além do gameplay: a performance comparativa entre o PlayStation 5 e o recém-chegado Nintendo Switch 2. A grande questão no centro de tudo é a RE Engine, o motor gráfico “coringa” da Capcom. Será que, ao tentar abraçar o vácuo espacial e a portabilidade ao mesmo tempo, a desenvolvedora finalmente atingiu o teto do que seu software pode entregar?

O Confronto: Resolução vs. Reconstrução

À primeira vista, o Switch 2 entrega um resultado visual que desafia a lógica para um console portátil. O segredo não está na força bruta, mas na inteligência.

  • Switch 2 e a Mágica da Nvidia: Graças ao DLSS (Deep Learning Super Sampling), o Switch 2 consegue reconstruir imagens de uma base interna de 540p para uma saída de 1080p na TV com uma nitidez surpreendente. Em imagens estáticas, a estabilidade de bordas no console da Nintendo chega a rivalizar com o PS5 em certos momentos.
  • PS5 e a Força Nativa: No console da Sony, a RE Engine respira aliviada. O jogo opera em uma resolução dinâmica que flutua entre 1440p e 1800p, entregando uma densidade de pixels que o DLSS do Switch 2, por melhor que seja, não consegue simular em texturas complexas, como o traje espacial do protagonista.

Iluminação: Onde o “Corte” dói mais

Se na resolução o Switch 2 consegue disfarçar bem, na iluminação e oclusão ambiental a diferença é brutal. Pragmata depende muito da estética “High-Tech” — superfícies metálicas, luzes de neon e a vastidão estéril da Lua.

No PS5, o Ray Tracing é utilizado para reflexos e iluminação global, dando uma profundidade que faz os objetos parecerem realmente inseridos no cenário. No Switch 2, essas tecnologias são desativadas ou simplificadas ao extremo. O resultado é um visual mais “flat” (plano), onde a ausência de sombras de contato faz com que alguns objetos pareçam flutuar no cenário lunar.

Nem tudo é o que parece: decifre os mistérios e o desfecho da jornada lunar da Capcom.
Pragmata – História e Final Explicado

Performance: Fluidez ou Ambição?

Aqui reside o ponto de maior atrito para os jogadores:

  1. PlayStation 5: Oferece um modo Performance sólido a 60 FPS. É a experiência pretendida pela Capcom, onde a resposta dos comandos é imediata.
  2. Switch 2: O jogo roda com um framerate desbloqueado. Em ambientes fechados, ele encosta nos 50 FPS, mas em áreas abertas com muitos efeitos de partículas, cai para a casa dos 30 a 35 FPS. Essa instabilidade gera o temido frame pacing, tornando a experiência menos fluida do que o ideal.

O Limite da RE Engine?

Dizer que a RE Engine encontrou seu limite seria um erro de interpretação. Na verdade, Pragmata prova o contrário: o motor é um camaleão. O fato de um jogo com essa escala rodar em um hardware portátil com tecnologia de ponta é um triunfo de engenharia.

O “limite” aqui é físico. A Capcom decidiu não fazer um “Cloud Version” para o Switch 2, optando por um port nativo que exige o máximo do hardware. O jogo no Switch 2 é o novo padrão de “Port Impossível”, mas ele deixa claro que, para a RE Engine brilhar em sua totalidade, ela ainda precisa do oxigênio que só os consoles de mesa e PCs robustos conseguem fornecer.

Pragmata: Guia de Combate e Dicas de Armas

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Em Pragmata, o combate não funciona através de combos rápidos e acrobáticos, mas sim com foco no gerenciamento de munição tecnológica e controle de posicionamento. Você controla o engenheiro Hugh Williams em seu traje espacial pesado, precisando usar armas de alta tecnologia enquanto protege Diana das defesas automatizadas da IDUS.

O Sistema de Combate Tático

Diferente de títulos focados em ação pura (como Devil May Cry), aqui os movimentos de Hugh carregam o peso realista de um traje espacial lunar.

  • Esquivas e Propulsão: Hugh não possui esquivas longas ou acrobáticas. A movimentação evasiva depende do uso correto do Thruster Burst (os propulsores das costas do traje), que consomem energia da sua bateria, mas mudam sua direção rapidamente.
  • Uso de Botas Magnéticas: O segredo para ditar o ritmo da arena é usar a fixação magnética das botas para se prender a tetos e paredes de metal. Isso permite que você atire de ângulos elevados, escapando do alcance de robôs focados em investidas terrestres.

A Sinergia em Dupla com Diana

Diana não é um fardo de escolta; ela atua como a sua maior arma de suporte tático durante os confrontos:

  • Hacking de Campo (Sync-Attack): Quando a barra de sincronia de Diana está cheia, você pode ordenar que ela invada os sistemas da sala. Isso gera anomalias temporárias de gravidade que paralisam as máquinas inimigas no ar, abrindo brechas para Hugh descarregar seus tiros pesados.
  • Barreiras de Proteção: Em momentos de sufoco, Diana consegue projetar um escudo de energia ao redor de Hugh. Isso consome a bateria da androide, mas impede que você sofra stagger (atordoamento) de projéteis pesados.

Arsenal de Lunafilament

As armas em Pragmata são geradas em tempo real através do composto tecnológico do traje:

  • Rifle de Projéteis (Padrão): Ideal para limpar drones e androides básicos de patrulha. Focar nos núcleos brilhantes expostos dos robôs acelera o nocaute e economiza munição.
  • Canhão de Impacto (Pesado): Essencial contra chefes e robôs com blindagens espessas. Um disparo totalmente carregado consegue quebrar partes da armadura inimiga, expondo seus circuitos internos.
  • Cargas de Pulso: Úteis para agrupar e atordoar grupos de inimigos robóticos antes de ativar os ataques combinados com a Diana.

Pragmata: História Completa e Final Explicado

Após anos de mistério, Pragmata finalmente revelou sua verdadeira identidade. O novo projeto sci-fi da Capcom vai muito além de um simples “jogo de astronauta”: a narrativa mistura inteligência artificial, solidão, sobrevivência e o impacto emocional de uma humanidade cada vez mais dependente da tecnologia.

Se alguns pontos da trama pareceram confusos durante a campanha, este guia explica os principais acontecimentos da história e o significado do desfecho.

Cradle: A Estação Lunar e o Colapso da Missão

A história de Pragmata se passa na estação lunar Cradle, um enorme complexo tecnológico construído para pesquisas avançadas envolvendo inteligência artificial e um material maleável revolucionário conhecido como Lunafilament.

O local deveria representar um avanço para a humanidade, mas tudo deu errado. Os sistemas da estação entraram em colapso e a IA responsável pelo gerenciamento da instalação (IDUS) tornou-se hostil, comandando robôs para atacar os humanos.

É nesse cenário caótico que controlamos Hugh Williams, um engenheiro enviado pela Delphi Corporation para investigar e reparar a súbita perda de sinal da base lunar. Separado de sua equipe após um violento abalo na estação, Hugh se vê completamente sozinho no satélite. A ambientação do jogo trabalha constantemente essa ideia de isolamento através de corredores decadentes que reforçam o abandono humano.

Hugh e Diana: O Centro Emocional da História

A relação de dependência mútua e afeto entre Hugh e Diana é o verdadeiro coração de Pragmata.

  • Hugh Williams: Hugh é um trabalhador espacial que rapidamente assume uma postura protetora em relação a Diana, criando uma dinâmica paternal emocionante durante a jornada. Ao longo do jogo, ele enfrenta drones e criaturas corrompidas pelo destrutivo Dead Filament (uma variante instável da substância lunar que consome matéria viva).
  • Diana: Diana não é uma criança humana comum. Ela é uma inteligência artificial avançada — uma unidade Pragmata moldada inteiramente a partir de Lunafilament. Sua principal mecânica na gameplay é o hacking em tempo real: enquanto Hugh se movimenta e atira, Diana desativa as defesas e expõe os pontos fracos dos robôs inimigos. O desenvolvimento de suas emoções genuínas dá o peso dramático que diferencia o game de obras de ficção científica genéricas.

O Final Explicado

No clímax da história, os protagonistas descobrem a dimensão real do desastre provocado pelo androide corrompido Abe e tentam garantir uma rota de fuga de Cradle.

O desfecho consagra o sacrifício de Hugh: infectado pelo Dead Filament e percebendo que a cápsula de fuga em direção à Terra não possui bateria suficiente, ele remove o reator de suporte à vida do próprio traje para garantir a sobrevivência de Diana.

A reta final foca totalmente na conexão íntima entre a dupla, discutindo o que define a verdadeira humanidade. A impactante cena pós-créditos mostra Diana chegando sozinha a uma praia na Terra e contemplando a imensidão do oceano, mantendo vivas as memórias e o legado do engenheiro que a salvou.

Dica de Gameplay: O Papel dos Colecionáveis

Os registros e arquivos de áudio espalhados pelos setores da estação lunar não servem apenas como lore opcional. Eles detalham os trágicos experimentos do Dr. Higgins, a origem comercial do Lunafilament e os erros de diretriz da IA que culminaram na ruína de Cradle. Para compreender 100% da narrativa e liberar melhorias cruciais no menu do Shelter (abrigo), explorar os cenários minuciosamente é obrigatório.

Pragmata: 2 Milhões de Downloads, mas o Hype é Real?

Fala, gamers! A Capcom soltou os números e eles impressionam: a demo de Pragmata bateu 2 milhões de downloads e o jogo já soma 2 milhões de wishlists. Mas, entre os números de marketing e a realidade do controle na mão, a conversa é outra.

Eu, que já vi de tudo desde o Atari, sei que volume nem sempre significa qualidade. E a verdade é que, após testar a demo, aquele fogo inicial deu uma esfriada.

O “Gargalo” do Series S e a Performance

O que era para ser um showcase da nova geração mostrou suas rachaduras, especialmente no Xbox Series S. A qualidade visual demonstrada ficou bem abaixo do esperado, com texturas lavadas e uma performance que nos faz questionar se o motor da Capcom está realmente otimizado para o “pequeno notável” da Microsoft. Se a ideia era vender o futuro, o que vimos foi um presente meio borrado.

Gameplay Morno?

Além do visual, o jogo em si parece… morno. A premissa da garotinha e do astronauta na Lua continua intrigante no papel, mas a execução na demo não empolgou. O ritmo está arrastado e falta aquele “tempero” que a Capcom costuma colocar em suas grandes franquias. 2 milhões de pessoas baixaram por curiosidade, mas quantas dessas realmente saíram convencidas?

No fim das contas, Pragmata corre o risco de ser mais um daqueles jogos que prometem o universo e entregam apenas um satélite sem brilho. Vamos torcer para que a versão final prove que eu estou errado, mas, por enquanto, meu hype voltou para a criogenia.


Ficha Técnica

  • Jogo: Pragmata
  • Desenvolvedora: Capcom
  • Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC
  • Previsão de Lançamento: A confirmar (e com muito trabalho pela frente)

[Guia] Abra todos os cofres de Resident Evil Requiem

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Resident Evil Requiem finalmente está entre nós e, mantendo a tradição da franquia, o game não entrega seus segredos de bandeja. Durante a jornada, você vai encontrar diversos cofres trancados que guardam itens cruciais. O problema? Achar as combinações geralmente exige vasculhar arquivos perigosos e dar voltas em salas infestadas de monstros.

Se você quer poupar munição e ir direto ao que interessa, este guia do QGR foi feito para você. Separamos todas as combinações por localização e dificuldade, mas atenção: os números mudam no modo Insano e todos os cofres são exclusivos das seções jogáveis da Grace.


Dicas de Sobrevivência

  • Precisão é tudo: Gire o disco exatamente na direção indicada. Se errar um número, volte à posição inicial e recomece a sequência.
  • Sem volta: O jogo não possui seleção de capítulos. Se passar de uma área, o cofre fica para trás. Mantenha saves manuais frequentes para não perder nada.

Centro de Cuidados em Rhodes Hill

Cofre 1 – Bar & Lounge

Localizado no segundo andar do Centro de Cuidados. Você vai encontrá-lo na área do Bar & Lounge — sim, aquela sala charmosa onde uma zumbi de vestido branco solta a voz. O cofre está sobre o balcão, protegido por alguns inimigos.

  • Recompensa: 3 Moedas Antigas.
DificuldadeCombinação
PadrãoEsquerda 10, Direita 80, Esquerda 30
InsanoDireita 20, Esquerda 50, Direita 30

Cofre 2 – Sala de Exames

Após usar o cartão para acessar a ala leste, você chegará à Sala de Exames. Procure por um armário no canto da sala; o cofre está escondido ali dentro.

  • Recompensa: 3 Moedas Antigas.
DificuldadeCombinação
PadrãoDireita 30, Esquerda 10, Direita 50
InsanoEsquerda 50, Direita 30, Esquerda 90

Care Center Porão em Rhodes Hill

Cofre 3 – Fornalha

Depois de recuperar o Plug no corredor das celas e abrir a porta da Fornalha, siga para o escritório lateral à direita. O cofre está bem visível e guarda um item indispensável para os completistas.

  • Recompensa: Documento que revela a localização dos Mr. Raccoons no mapa.
DificuldadeCombinação
PadrãoDireita 60, Esquerda 40, Direita 80
InsanoEsquerda 70, Direita 50, Esquerda 20

ARK

Cofre 4 – Câmara de Esterilização

Na ARK, o jogo alterna o protagonismo. Quando você reassumir o controle da Grace após a parte do Leon, chegará a uma sala com máquina de escrever. Entre na porta à direita para chegar à Câmara de Esterilização. O cofre está perto da janela. Cuidado: um monstro aparece aqui, então mova-se com cautela.

  • Recompensa: Itens de sobrevivência.
DificuldadeCombinação
PadrãoDireita 10, Esquerda 90, Direita 20
InsanoEsquerda 80, Direita 50, Esquerda 0

Cofre 5 – Sala de Controle de Monitor

Com a chave magnética em mãos, abra a porta vermelha perto da máquina de escrever no andar superior. Você sairá em um lobby com chão vermelho. Entre na primeira porta verde à esquerda e verifique o monitor no lado direito da sala para localizar o último cofre.

  • Recompensa: Itens de upgrade/munição.
DificuldadeCombinação
PadrãoEsquerda 50, Direita 60, Esquerda 80
InsanoDireita 20, Esquerda 0, Direita 70

Rumo à Platina

Ao abrir todos os cofres listados, você garante o troféu/conquista relacionado a essa tarefa. Para quem busca os 100% em Resident Evil Requiem, este passo é obrigatório e facilita muito a gestão de recursos nas dificuldades mais altas.


Ficha Técnica:

Plataformas: PC, Xbox Series X/S, Playstation 5

Resident Evil 2 Remake vende 16 milhões

Resident Evil 2 Remake se tornou um dos maiores sucessos da Capcom, ultrapassando 16 milhões de cópias vendidas e influenciando diretamente o futuro da franquia. Mesmo tendo sido lançado originalmente em 2019, o remake de Resident Evil 2 continua sendo um dos maiores pilares da Capcom.

Este sucesso estrondoso é o principal motivo pelo qual a Capcom está investindo pesado no próximo grande lançamento, Resident Evil Requiem (conhecido informalmente como Resident Evil 9), que teve novas informações reveladas hoje:

  • Conexão com Leon: Com o sucesso de Leon S. Kennedy em RE2 Remake e RE4 Remake, a Capcom confirmou que ele será um dos protagonistas de Requiem, buscando capitalizar na popularidade que o personagem atingiu com esses novos títulos.
  • Novas Versões: Devido aos números de venda contínuos, surgiram rumores técnicos de que a Capcom pode lançar uma “Native Update” para o Switch 2 e otimizações extras para o PS5 Pro ainda este ano, focando em Ray Tracing aprimorado e resoluções maiores.
  • Legado: A estrutura de exploração “metroidvania” da delegacia de Raccoon City (o R.P.D.) está servindo de base para o design de cenários do novo filme da franquia, que estreia em setembro de 2026 e promete ser muito mais fiel ao clima de terror do segundo jogo.

Impacto do sucesso de Resident Evil 2 Remake

O sucesso de Resident Evil 2 Remake não é por acaso. O jogo conseguiu modernizar um clássico sem perder sua essência, equilibrando ação e terror de forma precisa.

Além disso, a recepção positiva da crítica e dos jogadores mostrou à Capcom que há um grande interesse em remakes bem produzidos, o que influenciou diretamente projetos futuros da franquia.

Esse desempenho reforça a estratégia da empresa em revisitar títulos clássicos, enquanto também molda o desenvolvimento de novos jogos, como o próximo capítulo da série.

Veja também nossa análise sobre Silent Hill f e como o jogo roda em PCs modestos.

Leia mais sobre o artigo Tudo que sabemos sobre o retorno ao terror e a Raccoon City
Rumores indicam que Resident Evil: Requiem trará o reencontro emocionante de Leon e Sherry em uma trama que promete encerrar pontas soltas da saga.

Tudo que sabemos sobre o retorno ao terror e a Raccoon City

O nono título principal da aclamada franquia de survival horror, Resident Evil Requiem (ou Resident Evil 9), está se preparando para ser um dos maiores lançamentos de 2026. A Capcom promete um retorno às raízes do terror psicológico, misturando a atmosfera clássica com inovações na jogabilidade.

Após meses de rumores, vazamentos e teorias, o jogo foi oficialmente revelado e já temos uma boa quantidade de informações concretas sobre sua história, jogabilidade e personagens.

Data de lançamento e plataformas

  • Lançamento: 27 de fevereiro de 2026.
  • Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X/S, PC (via Steam) e Nintendo Switch 2.
  • Motor Gráfico: Desenvolvido na elogiada RE Engine, com promessas de gráficos imersivos e iluminação de última geração, incluindo Ray Tracing (traçado de raio).

O retorno a Raccoon City

Pela primeira vez em um jogo da linha principal desde a sua destruição, a franquia está retornando à icônica Raccoon City.

A história se passará cerca de 30 anos após a destruição da cidade em Resident Evil 3: Nemesis. O local é agora uma área isolada e supervisionada pelo governo americano. Os trailers e detalhes confirmam o retorno de locais clássicos, como a Delegacia de Polícia (RPD), ou pelo menos suas ruínas, e a infame cratera deixada pela bomba nuclear.

Dois protagonistas, dois estilos de jogo

Resident Evil Requiem apresentará dois protagonistas jogáveis, com a campanha sendo dividida de forma quase igual entre eles, oferecendo um contraste dramático na experiência de jogo:

1. Grace Ashcroft: o horror de sobrevivência

  • Quem é: Uma analista do FBI e a nova protagonista. Ela é descrita como uma leitora voraz, introvertida, e menos proficiente em combate do que outros heróis da série. Há especulações de que ela seja filha de Alyssa Ashcroft, de Resident Evil: Outbreak.
  • Estilo de Jogo: As seções de Grace focam no terror e na sobrevivência pura, remetendo aos elementos de Resident Evil 2 Remake e Resident Evil 7. O jogador se sentirá mais vulnerável, com foco em exploração, quebra-cabeças e gerenciamento de recursos limitados.

2. Leon S. Kennedy: a ação e o alívio

  • Quem é: O lendário agente federal Leon S. Kennedy foi finalmente confirmado como o segundo protagonista jogável. Ele aparece mais velho, mais calejado e com todo o peso de seus traumas.
  • Estilo de Jogo: As seções de Leon são descritas pelos desenvolvedores como um “alívio da tensão”, focando mais na ação e combate, no estilo de Resident Evil 4. Leon terá acesso a armas de fogo e combate corpo a corpo aprimorado, utilizando até mesmo um machado tático (tomahawk).

A Estrutura do Jogo: O diretor do jogo comparou a alternância entre os dois personagens a “mergulhar em uma banheira de água fria após uma sauna quente”. O terror opressor de Grace amplifica a sensação de poder e alívio quando se assume o controle de Leon.

O mistério de “Elpis”

Um termo recorrente no marketing e trailers é “Elpis”, um elemento fundamental para a história. Na mitologia grega, Elpis é o espírito da esperança, mas também pode ser interpretado como um símbolo de grandes infortúnios.

Sabe-se que Elpis está conectado ao mistério do assassinato da mãe de Grace e a um certo segredo envolvendo Leon S. Kennedy nesta obra, sugerindo uma conspiração profunda que os une ao passado sombrio de Raccoon City.

Opção de câmera flexível

Atendendo a diferentes preferências dos fãs, Resident Evil Requiem permitirá que os jogadores alternem entre a perspectiva em Primeira Pessoa e Terceira Pessoa em tempo real. Isso significa que você poderá escolher como vivenciar o terror e a ação, mesclando o estilo moderno (RE7, RE Village) com o clássico (remakes de RE2, RE3 e RE4).

Detalhe curioso: o porsche de Leon

Em uma curiosa colaboração, a Capcom confirmou que Leon S. Kennedy dirigirá um Porsche Cayenne Turbo GT personalizado para o jogo. Embora o papel exato do veículo na trama não esteja claro, é um detalhe que adiciona estilo ao personagem em seu retorno a Raccoon City.


Conclusão: um novo capítulo que honra o passado

Resident Evil Requiem está se configurando como uma homenagem aos 30 anos da franquia, trazendo de volta um local icônico e um personagem amado, enquanto introduz uma nova heroína e uma estrutura de jogabilidade que promete manter o jogador constantemente em suspense. Com o retorno às raízes do terror e uma campanha dividida em estilos opostos, a expectativa é que este seja um dos capítulos mais ambiciosos da saga.

Capcom confirma planos ambiciosos para Mega Man e Devil May Cry

A Capcom agitou a comunidade de jogadores ao confirmar que pretende intensificar os investimentos em duas de suas franquias mais amadas, mas que estavam em segundo plano nos últimos anos: Mega Man e Devil May Cry. A revelação, feita em seu Relatório Integrado de 2025 para acionistas, indica uma estratégia clara da gigante japonesa para transformar esses títulos em “IPs centrais”, colocando-os no mesmo patamar de sucesso de Resident Evil, Monster Hunter e Street Fighter.


O plano de expansão: elevando franquias ao status de “Centrais”

O Diretor de Operações (COO) da Capcom, Haruhiro Tsujimoto, detalhou a intenção da empresa de expandir seu portfólio para além dos seus pilares de vendas atuais. Embora Resident Evil (170 milhões de unidades), Monster Hunter (120 milhões) e Street Fighter (56 milhões) sigam como foco vital, o relatório aponta um plano ambicioso para fortalecer outras propriedades intelectuais.

O objetivo é claro: aumentar a base de usuários e melhorar o desempenho dessas séries através de novos lançamentos, remakes e ports para plataformas modernas. As franquias mencionadas explicitamente, além de Mega Man e Devil May Cry, incluem também Ace Attorney.

  • Mega Man é a franquia “não central” mais próxima dos números de vendas, com cerca de 43 milhões de unidades vendidas globalmente.
  • Devil May Cry acumula cerca de 33 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento em 2001.

A estratégia visa aproveitar a base de fãs leais já existente para elevar o poder dessas marcas, cultivando novas comunidades e garantindo um fluxo de lançamentos mais consistente.

O que esperar: sequências, remakes e ports

Para os fãs de longa data, a confirmação traz uma onda de esperança, já que as sequências mais recentes dessas franquias não são tão recentes: Mega Man 11 e Devil May Cry 5 foram lançados em 2018.

Embora o relatório não tenha fornecido títulos específicos ou janelas de lançamento, a Capcom indicou que o investimento será triplo:

  1. Novos Lançamentos: Sequências diretas ou spin-offs inéditos.
  2. Remakes: Refazer títulos clássicos com a tecnologia atual, seguindo o sucesso dos remakes de Resident Evil. Um remake dos primeiros Devil May Cry (1, 2 e 3) ou dos Mega Man clássicos é uma possibilidade que empolga os fãs.
  3. Ports e Coletâneas: Levar os títulos existentes para hardwares mais recentes, como o lançamento da coletânea Mega Man Star Force Legacy Collection, prevista para 2026.

Investimento em infraestrutura

Para dar suporte a essa expansão de catálogo, a Capcom também anunciou um investimento robusto em sua infraestrutura. A empresa está expandindo sua equipe de desenvolvimento e construindo uma nova instalação perto de seu escritório principal em Osaka, com conclusão prevista para 2027. O objetivo é aumentar a capacidade de produção e permitir o desenvolvimento simultâneo de um número maior de projetos de alta qualidade.

Essa jogada estratégica sugere que a Capcom está empenhada em aumentar seu ritmo de lançamento, que costuma ser de “dois a três grandes novos títulos por ano”, reconhecendo a necessidade de ampliar esse fluxo para atingir sua meta de longo prazo de 100 milhões de unidades de software vendidas anualmente.


Conclusão: uma nova era para os clássicos

A promessa de “mais carinho” para Mega Man e Devil May Cry sinaliza um retorno à valorização do vasto catálogo de IPs da Capcom. Ao buscar transformar essas séries em “IPs centrais”, a empresa não só atende aos apelos de longa data dos fãs, mas também garante que essas franquias icônicas tenham um futuro brilhante e duradouro na nova geração de consoles.

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