O legado de Fatal Fury e o retorno triunfante

Em 25 de novembro de 1991, os arcades receberam um novo título que não apenas desafiou o recém-chegado Street Fighter II, mas ajudou a definir a era de ouro dos jogos de luta: Fatal Fury: King of Fighters. Trinta e quatro anos depois, a saga dos irmãos Bogard e de Mai Shiranui prova que seu espírito de luta é inquebrável, culminando em um retorno espetacular com o lançamento de Fatal Fury: City of the Wolves.

O Início da Lenda (1991-1995)

Fatal Fury não era apenas mais um jogo de luta; era uma narrativa ambientada na corrupta South Town, dominada pelo vilão Geese Howard. A busca por vingança de Terry Bogard e seu irmão Andy Bogard, ao lado do amigo Joe Higashi, deu à série um coração e um propósito raros para o gênero na época.

Enquanto Street Fighter era global, Fatal Fury era local e pessoal.

  • Inovação nos Planos: A mecânica de luta em dois planos (o plano principal e o plano de fundo) foi uma inovação que adicionou uma dimensão tática única, forçando os jogadores a gerenciarem a profundidade do cenário.

  • Personagens Carismáticos: A SNK consolidou ícones como Mai Shiranui, que rapidamente se tornou uma das personagens mais populares dos videogames e um dos pilares da marca SNK.

A Ascensão e a Evolução (1995-1999)

A série evoluiu drasticamente com títulos como Fatal Fury 3 e, principalmente, com a subsérie Real Bout Fatal Fury. Os jogos tornaram-se mais rápidos, mais complexos e introduziram sistemas de combo mais fluidos, refinando a jogabilidade de planos e focando em ring outs explosivos.

No entanto, o auge técnico e narrativo veio em 1999 com Garou: Mark of the Wolves.

  • Garou: Mark of the Wolves (1999): Este foi um divisor de águas. O jogo pulou décadas no futuro, focou em uma nova geração de lutadores e colocou Rock Howard (filho adotivo de Terry e filho biológico de Geese) como protagonista. Garou é amplamente considerado uma obra-prima atemporal da SNK, mas marcou o último título inédito da franquia por 26 anos.

O Hiato e o Espírito Indomável

Durante mais de duas décadas, o legado de Fatal Fury continuou vivo através de seus personagens em The King of Fighters (KOF). Terry, Andy, Joe e Mai tornaram-se membros essenciais do elenco de KOF, mantendo a chama de South Town acesa. O desejo dos fãs por um novo Fatal Fury nunca cessou.

O Retorno Triunfante: City of the Wolves (2025)

Em 2025, o hiato finalmente terminou. O lançamento de Fatal Fury: City of the Wolves é a celebração perfeita dos 34 anos da franquia, dando seguimento à história de Mark of the Wolves.

  • Nova Geração, Novo Visual: O jogo apresenta um estilo de arte moderno e vibrante, mas que respeita a essência street fighting da série.

  • Sistema REV: A introdução do novo sistema REV permite aos jogadores opções ofensivas únicas e controladas por uma barra de recursos, modernizando as táticas clássicas.

  • Crossovers Épicos: O título não hesita em abraçar o universo dos jogos de luta, inclusive trazendo personagens convidados de peso, como Chun-Li e Ken, de Street Fighter, unindo rivais históricos e emocionando a comunidade.

Aos 34 anos, Fatal Fury retorna não apenas como um exercício de nostalgia, mas como um lutador revigorado pronto para competir no cenário moderno. O lobo de South Town está de volta à caça, provando que o legado de Terry Bogard está longe de terminar.

Leia mais sobre o artigo A versão de Mortal Kombat para Mega Drive que venceu a história
O 'Arcade Edition' prova que o hardware do Mega Drive ainda tinha muito potencial inexplorado, entregando a versão definitiva do clássico de 1992.

A versão de Mortal Kombat para Mega Drive que venceu a história

O lançamento de Mortal Kombat para Mega Drive em 1993 foi, para muitos, um trauma. Apesar de ter o famoso sangue (graças ao código ABACABB), o jogo sofria com gráficos pálidos, som fraco e jogabilidade menos fluida que a versão de Super Nintendo.

Em 2025, o projeto homebrew Mortal Kombat Arcade Edition, liderado por Master Linkuei e sua equipe, é a resposta definitiva: um hack monumental que prova que o Mega Drive poderia ter recebido uma conversão de arcade quase perfeita.


 

A Transformação Visual e Sonora

 

O impacto mais imediato da Arcade Edition é a sua fidelidade visual e sonora ao arcade original da Midway.

  • Gráficos Aprimorados: Os sprites dos personagens foram ajustados, tanto em paleta de cores quanto em proporção, para se assemelharem mais aos atores digitalizados. Personagens como Sub-Zero e Scorpion agora possuem poses de luta individuais e mais precisas, em vez de serem meros palette swaps (troca de cores) como no original.

  • Detalhes de Cenário: Pequenos, mas cruciais, detalhes de fundo que faltavam no original (como as nuvens no Courtyard ou melhorias no Pit) foram restaurados, dando aos cenários a profundidade e vida do arcade.

  • Áudio Revitalizado: Este é talvez o maior salto. A Arcade Edition injeta mais de 80 amostras de voz e efeitos sonoros diretamente do arcade, incluindo:

    • Vozes nítidas para os nomes dos personagens na tela de seleção.

    • O famoso grito “Scorpion Wins!” e “Fatality!” com muito mais clareza.

    • Efeitos sonoros de impacto e golpes mais encorpados e fiéis.


 

 

Jogabilidade e Conteúdo: Mais Fluidez, Mais Lendas

 

A melhoria não é apenas estética; ela reflete diretamente na jogabilidade, tornando a experiência de combate muito mais agradável e responsiva.

  • Fluidez de Combate: O input lag (atraso de comando) foi reduzido, e a remoção de pequenos atrasos nas animações resulta em um combate mais próximo da velocidade do arcade. O jogo finalmente “encaixa” no Mega Drive.

  • Sangue e Opções: O famoso código ABACABB é coisa do passado. O sangue está habilitado por padrão, e o menu de dips switches (tra códigos) agora é totalmente aberto e explicativo, permitindo que os jogadores configurem a dificuldade e outras opções como em um fliperama.

  • Personagens Secretos: A Arcade Edition vai além da fidelidade e adiciona conteúdo extra notável. Você pode jogar como os chefes secretos Reptile e Noob Saibot (este último, um erro corrigido do jogo) e até mesmo desafiar o lutador oculto Ermac.


 

Veredito Final

 

O Mortal Kombat Arcade Edition é o que a Acclaim deveria ter lançado em 1993, se tivesse tido tempo e dedicação. Ele é o port definitivo do primeiro Mortal Kombat para a plataforma 16-bits da SEGA, superando tanto o original de Mega Drive quanto, em muitos aspectos de fidelidade sonora e ausência de censura, o de Super Nintendo.

É um testemunho do poder da comunidade homebrew em corrigir a história dos videogames. Para qualquer fã de Mortal Kombat que possua um Mega Drive ou use emuladores, esta é a versão obrigatória.

Mortal Kombat Arcade Edition: É a versão que a SEGA deveria ter lançado e representa o port definitivo em 16-bits de Mortal Kombat, corrigindo um erro histórico com maestria técnica. QGReloaded

9
von 10
2025-11-24T22:16:23-0300
Leia mais sobre o artigo O beat’em up que a SEGA não teve: Final Fight MD
Diferente da versão do SNES, o Final Fight do Sega CD trouxe o modo cooperativo e todos os personagens jogáveis, sendo um marco para os donos de Mega Drive.

O beat’em up que a SEGA não teve: Final Fight MD

Por décadas, Final Fight (1989), o aclamado beat’em up da Capcom, foi uma ferida aberta para os proprietários do Mega Drive. Enquanto o Super Nintendo recebia uma versão exclusiva (ainda que censurada e limitada), a SEGA tinha apenas a versão de Mega CD (tecnicamente superior, mas de alcance limitado).

Felizmente, a comunidade homebrew (desenvolvimento não oficial de jogos por fãs) surgiu para reescrever a história. O projeto Final Fight MD, liderado pelo talentoso desenvolvedor brasileiro Mauro Xavier (MXRetroDev), é a realização de um sonho antigo: um port do clássico de arcade totalmente funcional e surpreendente para o Mega Drive/Genesis.


 

A Magia do Desenvolvimento do Zero

 

O que torna o Final Fight MD tão impressionante é o fato de ele ter sido desenvolvido do zero, sem utilizar o código-fonte de nenhuma versão anterior. Mauro Xavier e sua equipe (incluindo Edmo Caldas na música e Master Linkuei no suporte gráfico e técnico) estudaram a fundo o hardware do Mega Drive e o jogo original de arcade para recriar a experiência.

 

Superando as Limitações do Mega Drive

 

O maior desafio para portar Final Fight para o Mega Drive sempre foi a paleta de cores (o Mega Drive possui 64 cores simultâneas, menos que o SNES ou o Arcade) e a capacidade de lidar com múltiplos sprites na tela sem slowdown (lentidão). O projeto Final Fight MD conseguiu:

  • Paleta de Cores Fiel: O time utilizou técnicas avançadas para expandir e gerenciar as quatro paletas de cores disponíveis, resultando em um visual surpreendentemente próximo ao arcade, muitas vezes considerado mais vibrante e “arcade-accurate” do que o port original do Super Nintendo.

  • Densidade de Inimigos: O jogo é notável por conseguir renderizar um número maior de inimigos simultâneos na tela (até sete, em modos específicos, ou seis no modo de dois jogadores) do que se pensava ser possível para o console padrão, minimizando o temido slowdown.

  • Rolagem Parallax: A inclusão de rolagem de paralaxe (diferentes planos de fundo se movendo em velocidades diferentes, criando profundidade), especialmente visível no primeiro estágio, demonstra o domínio técnico do desenvolvedor.


 

 

 

Mais do que Apenas um Port

 

O Final Fight MD não se contentou em apenas replicar a versão de arcade. O projeto adicionou novidades que enriqueceram a experiência e o destacaram como uma versão “definitiva” para os fãs:

Característica Detalhe
Modo Dois Jogadores Um recurso crucial ausente no primeiro port de SNES e presente aqui, resgatando a essência cooperativa do arcade.
Personagens Adicionais A versão final, ou betas avançadas (como a 0.82b), inclui a personagem Maki Genryusai (originalmente de Final Fight 2), oferecendo mais opções de jogabilidade.
Modo “Mega Drive” Um modo de jogo exclusivo que introduz golpes adicionais, a capacidade de correr e, em alguns casos, até uma história ligeiramente diferenciada, oferecendo uma experiência modernizada.
Fidelidade Sonora A trilha sonora foi recriada para tirar o máximo proveito do chip de som Yamaha do Mega Drive, com arranjos que remetem à qualidade do arcade.

 

Um Triunfo do Homebrew

 

O Final Fight MD é amplamente aclamado pela comunidade e por críticos especializados como um dos melhores projetos homebrew de todos os tempos para o Mega Drive. Ele não apenas preencheu uma lacuna histórica na biblioteca do console, mas também serviu como uma demonstração poderosa do potencial inexplorado do hardware de 16-bits da SEGA.

Se você é um fã de beat’em ups e do Mega Drive, este projeto é obrigatório. Ele representa a paixão da comunidade que se recusa a deixar a história ser escrita apenas pelas grandes empresas, entregando o jogo que o Mega Drive sempre mereceu.

Final Fight MD: O Final Fight MD não é apenas um bom homebrew; é, objetivamente, um dos melhores beat'em ups disponíveis no catálogo do Mega Drive, superando em recursos e fidelidade a maioria dos ports de Final Fight de sua época (incluindo o SNES). QGReloaded

9.5
von 10
2025-11-24T21:56:49-0300

Cyberpunk 2077 no Xbox One Fat em 2025: a redenção no hardware antigo

Em 2025, Cyberpunk 2077 é um jogo completamente diferente do seu lançamento desastroso em 2020. A CD Projekt Red fez um trabalho notável de redenção, transformando-o em um RPG de mundo aberto aclamado. A grande questão, no entanto, é: essa redenção chegou ao Xbox One original (“Fat”)?

A resposta é complexa, mas o resumo é: Sim, você pode jogar e desfrutar do jogo base, mas com concessões técnicas significativas.


 

O Que Funciona Bem (e Por Que Ainda Vale a Pena)

 

  • A História e o Conteúdo: A espinha dorsal do jogo (a narrativa principal, as missões secundárias, os personagens) é fantástica e permanece intacta. Você terá acesso a todo o conteúdo do jogo base, que por si só é vasto e envolvente.

  • O “Sentimento” do Jogo: A atmosfera cyberpunk, a qualidade da dublagem e a profundidade das escolhas morais continuam sendo pontos fortes. Se você está interessado na narrativa e no universo, isso é o que mais importa.

  • Melhorias de Estabilidade: Os inúmeros patches lançados pela CDPR (até o patch 1.6, o último grande para a geração anterior) corrigiram a maioria dos bugs que quebravam o jogo e melhoraram a estabilidade geral. Travamentos ainda podem ocorrer, mas são menos frequentes.


 

 

As Concessões Necessárias (O Lado Técnico)

 

É crucial entender que o Xbox One Fat é um console de 2013, e Cyberpunk 2077 foi, em última análise, otimizado para a nova geração (Xbox Series X/S) e a atualização 2.0.

Aspecto Desempenho no Xbox One Fat (2025) Impacto na Experiência
Resolução Dinâmica e geralmente abaixo de 1080p (muitas vezes próxima de 720p). Imagem mais borrada, texturas demoram para carregar (o chamado texture pop-in).
Taxa de Quadros (FPS) Varia muito, mas geralmente entre 20-30 FPS, com quedas perceptíveis. A jogabilidade é menos fluida, especialmente em áreas densas como o centro de Night City ou durante combates intensos.
Tempos de Carregamento Lentíssimos. Trocar de tela, iniciar o jogo ou carregar salvamentos pode levar muito tempo. Quebra o ritmo e a imersão. Dica: Se possível, usar um SSD externo pode reduzir drasticamente esses tempos.
Densidade do Mundo A densidade de NPCs (pessoas) e veículos nas ruas é reduzida em comparação com as versões da nova geração. Night City pode parecer um pouco menos “viva” e movimentada.
Conteúdo Ausente A Atualização 2.0 e a expansão Phantom Liberty não estão disponíveis para o Xbox One Fat. Você perderá as grandes melhorias de jogabilidade (árvores de habilidades, sistema policial) e o conteúdo da aclamada expansão.

 

Veredito: Ainda Vale a Pena Jogar em 2025?

 

Se você só tem o Xbox One Fat, sim, vale a pena se você o encontrar por um preço muito bom.

Cyberpunk 2077 se tornou um RPG narrativo de alta qualidade e você conseguirá completar a história. No entanto, você deve ter a mentalidade de que esta é a versão “Legacy” (Legado) do jogo.

Avisos Cruciais:

  1. Não espere a experiência 2.0: Você jogará a versão 1.6, que é estável, mas não tem os reworks de jogabilidade que a CDPR adicionou em 2.0.

  2. Não espere Phantom Liberty: A expansão é exclusiva da nova geração, então você não terá esse conteúdo extra.

  3. Tolerância à performance é chave: Se você é sensível a baixas taxas de quadros e gráficos de baixa resolução, pode ser frustrante.

Conclusão Final: Se você quer experimentar a história de V e Johnny Silverhand e está disposto a tolerar as limitações de um hardware antigo (principalmente FPS variável e tempos de carregamento longos), pode ir em frente. Caso contrário, a melhor experiência de Cyberpunk 2077 só será encontrada em consoles da nova geração (Xbox Series X/S) ou PC.

Cyberpunk 2077 (XBOX One): É uma nota de "Suficiente/Bom" para a história e jogabilidade base, mas de "Fraco" para o desempenho técnico em comparação com as versões atuais. Se a performance fosse melhor, a nota facilmente subiria para 7.5 ou 8.0. QGReloaded

6.5
von 10
2025-11-24T21:35:29-0300

Prince of Persia: The Sands of Time (Xbox Clássico)

Prince of Persia: The Sands of Time não é apenas um jogo; é um marco que redefiniu o gênero de ação e aventura 3D. A versão para o Xbox Clássico, lançada em 2003, brilhou ao apresentar uma jogabilidade fluida, um enredo cativante e uma mecânica inovadora.

 

Pontos Fortes

 

  • Acrobacias e Parkour Revolucionários: O ponto central do jogo é o movimento do Príncipe. Correr pelas paredes, saltar entre pilares e balançar em mastros é incrivelmente intuitivo e satisfatório. A fluidez do parkour transformou a navegação em um espetáculo coreografado.

  • A Adaga do Tempo: A mecânica de manipulação do tempo, concedida pela Adaga do Tempo, é a verdadeira inovação. Poder voltar alguns segundos para corrigir um salto errado ou evitar uma morte é o que torna o platforming desafiador, mas nunca frustrante. Também é integrada de forma inteligente ao combate.

  • Design de Nível e Estética: Os vastos e belíssimos ambientes do Palácio de Azad têm um estilo visual de “Mil e Uma Noites” deslumbrante. A verticalidade dos níveis e os quebra-cabeças ambientais são grandiosos e lógicos, mantendo o jogador engajado.

  • Narrativa e Personagens: A história é contada com charme e humor. O Príncipe e a Princesa Farah têm uma química excelente, com diálogos espirituosos que desenvolvem a trama sem interromper a ação. A narrativa envolvente e a dublagem de alta qualidade criam uma experiência cinematográfica.

 

Pontos a Considerar

 

  • Combate: Embora o combate seja acrobático e esteticamente agradável (com saltos por cima dos inimigos e ataques de parede), ele é o elo mais fraco. Pode se tornar repetitivo e, em comparação com as sequências do platforming, parece um pouco subdesenvolvido.

  • Câmera (Ocasionalmente): Embora a câmera seja geralmente excelente, quebrando o padrão de jogos 3D da época, há momentos pontuais em que ela pode atrapalhar em espaços apertados.

  • Longevidade: Com uma duração de cerca de 10 a 15 horas, é uma experiência intensa, mas alguns jogadores podem desejar mais conteúdo.


 

Veredito para Xbox Clássico

 

A versão Xbox se destaca por ser tecnicamente robusta, rodando perfeitamente e, se jogada em uma TV compatível, com suporte a progressive scan. A performance é suave, o que é crucial para um jogo baseado em reflexos e precisão de movimento. The Sands of Time foi um divisor de águas que introduziu o parkour no universo dos jogos eletrônicos e lançou as bases para futuros sucessos, como Assassin’s Creed. É uma aventura atemporal, quase perfeita em seu design.


 

 

Prince of Persia: The Sands of Time (Xbox Clássico): Um clássico essencial para qualquer proprietário do Xbox Clássico e um dos melhores jogos de ação-aventura de todos os tempos. QGReloaded

9.5
von 10
2025-11-23T19:24:36-0300

Steam e Nintendo eShop liberam jogos grátis e descontos massivos neste fim de semana!

O alarme do seu despertador (ou a falta dele) anuncia o fim de semana, e se você é gamer, isso significa uma coisa: novas oportunidades para jogar muito gastando pouco. As principais plataformas digitais, Steam e Nintendo eShop, acabaram de lançar uma enxurrada de ofertas e, o melhor de tudo, diversos jogos que você pode testar gratuitamente.

Se prepare para expandir sua biblioteca sem esvaziar a carteira!

A festa começa no PC: quatro jogos grátis na Steam

A plataforma da Valve, o Steam, mantém sua tradição de presentear a comunidade. Nesta semana, foram disponibilizados nada menos que quatro títulos para jogar gratuitamente por tempo limitado. Essa é a maneira perfeita de experimentar gêneros diferentes ou dar uma chance àquele indie aclamado que você vinha adiando.

Para quem busca o melhor custo-benefício, testar antes de comprar é essencial, e o Steam facilita isso. Fique de olho, pois a maioria desses testes gratuitos vêm acompanhada de descontos significativos no preço final, caso você decida adicionar o jogo permanentemente à sua conta.

Como Aproveitar:

  • Acesse a loja Steam.
  • Procure pela seção “Jogar Grátis neste Fim de Semana”.
  • Clique em “Jogar” e o download começará imediatamente.

Nintendo eShop entra no jogo com descontos de até 90%

Se você é um feliz proprietário de um Nintendo Switch ou do novo Switch 2, sua hora de caçar pechinchas chegou. A Nintendo eShop surpreendeu a todos ao lançar uma grande campanha de ofertas, com preços reduzidos em uma ampla variedade de títulos.

Os descontos são agressivos, com cortes de preço que chegam a estonteantes 90% em jogos selecionados. Desde grandes sucessos de franquias icônicas até jóias indies obrigatórias, a promoção cobre praticamente todos os gostos.

Atenção: A Nintendo é conhecida por ter ofertas com datas de validade variadas. Recomendamos que você confira a loja imediatamente para garantir os descontos antes que os preços voltem ao normal.

Resumo rápido para o fim de semana

PlataformaOportunidadeDestaque
Steam (PC)Jogos GratuitosQuatro títulos disponíveis para jogar por tempo limitado.
Nintendo eShop (Switch/Switch 2)Grande LiquidaçãoDescontos de até 90% em uma vasta biblioteca.

Não perca a chance de transformar o seu fim de semana. Ligue seu PC ou console e boas compras (e jogos)!

O Reino de Hyrule ganha vida: primeiras imagens do live-action de The Legend of Zelda!

Fãs da Nintendo e de Hyrule, preparem seus arcos e suas Master Swords! A adaptação live-action de The Legend of Zelda está a todo vapor, e as primeiras imagens oficiais de Link e da Princesa Zelda acabam de ser divulgadas, levando a internet à loucura!



O Que Sabemos Até Agora

  • Estreia Agendada: Marque na sua agenda! O filme está previsto para chegar aos cinemas internacionais em 7 de maio de 2027.
  • A Dupla Protagonista: Os escolhidos para dar vida aos icônicos heróis são Benjamin Evan Ainsworth (de A Maldição da Mansão Bly) no papel de Link e Bo Bragason (de Os Radley) como a Princesa Zelda. As fotos revelam a dupla em um ambiente natural exuberante, que simula as vastas paisagens de Hyrule.
  • Visuais Promissores: O figurino tem sido um dos pontos mais elogiados! Zelda aparece com um traje azul, lembrando o visual de Breath of the Wild, e está empunhando um arco e flecha, indicando uma princesa mais ativa e “pronta para a batalha”. Link veste sua tradicional túnica verde, mantendo a fidelidade ao herói.
  • Equipe de Peso: A direção fica por conta de Wes Ball (da trilogia Maze Runner e Planeta dos Macacos: O Reinado), com roteiro assinado por Derek Connolly (Jurassic World).
  • A Nintendo Está Envolvida: O criador da franquia, Shigeru Miyamoto, está a bordo como produtor, garantindo que a essência e a autenticidade do universo de Zelda sejam respeitadas na transição para o cinema.

Onde as Câmeras Estão Rodando?

As filmagens já começaram na Nova Zelândia, um cenário que, com sua beleza natural épica, promete ser o Hyrule perfeito. A escolha da locação reforça a expectativa de que o filme terá uma estética grandiosa e visualmente deslumbrante, digna de uma aventura de fantasia.


Qual Jogo Será Adaptado?

Embora a sinopse oficial ainda não tenha sido detalhada, o visual de Zelda e o ambiente de mundo aberto sugerem uma forte inspiração em títulos recentes de sucesso, como Breath of the Wild. No entanto, muitos fãs e analistas especulam que o filme criará sua própria história original, usando elementos de toda a rica mitologia da franquia, de Ocarina of Time à nova era.

A supervisão de Miyamoto e a parceria inédita entre Nintendo e Sony indicam um compromisso em entregar uma obra cinematográfica que honre um dos maiores legados dos videogames.

Caos e crossovers: tudo sobre “Hora Zero”, o evento épico que encerra o capítulo 6 de Fortnite

O fim de 2025 promete ser explosivo para os fãs de Fortnite. A Epic Games confirmou o evento ao vivo que marcará a conclusão do Capítulo 6 e a transição para o inédito Capítulo 7. Batizado de “Hora Zero”, o evento está sendo preparado para ser um dos confrontos mais cinematográficos e grandiosos já vistos no battle royale.

A data marcada no calendário dos loopers é 29 de novembro de 2025.

Heróis e vilões colidem: o confronto final

O teaser de anúncio de “Hora Zero” já deixou claro o tom épico do evento: a realidade está ameaçada e a única forma de salvá-la é através de uma aliança improvável de figuras lendárias que marcaram o Capítulo 6.

O que esperar do caos:

  • Mega Crossovers: O trailer destacou uma reunião inacreditável de colaborações que apareceram ao longo da temporada. Prepare-se para ver figuras como Godzilla e King Kong lado a lado (ou talvez se enfrentando!), X-Wings de Star Wars cruzando os céus e até mesmo o icônico Homer Simpson gigante pisando no mapa.
  • Surpresas de Kill Bill: A confirmação de que Beatrix “A Noiva” Kiddo, de Kill Bill, também fará sua aparição, eleva ainda mais as expectativas para um confronto de proporções épicas, onde a ficção se mistura de formas nunca antes imaginadas.
  • O Destino da Ilha: O evento “Hora Zero” representa a culminação do arco narrativo atual, levando a uma inevitável mudança no mapa e na mecânica do jogo antes da estreia do Capítulo 7.

Quando e como participar?

Para garantir sua participação no confronto que decidirá o destino da realidade, é essencial se planejar.

RegiãoHorário (BRT – Brasília)Data
Brasil16h00 (4:00 PM)29 de Novembro de 2025
Portugal (GMT)19h00 (7:00 PM)29 de Novembro de 2025

Recomendação Vital: A Epic Games sempre aconselha os jogadores a entrarem na fila do evento com pelo menos 30 minutos de antecedência. Os eventos ao vivo costumam lotar os servidores rapidamente, e você não vai querer ficar de fora dessa história.

O que acontece depois?

Assim que o evento “Hora Zero” for concluído, o Fortnite entrará em um período de inatividade (o famoso downtime), com todos os modos de jogo temporariamente indisponíveis. Este é o momento em que a Epic Games prepara o jogo para o lançamento oficial do Capítulo 7, cuja primeira temporada é especulada para se chamar “Pacific Break”.

Marque a data, chame seu esquadrão e prepare-se para o final mais espetacular de 2025!

Fim do conteúdo

Não há mais páginas a serem carregadas