NVIDIA DLSS 5: O futuro dos gráficos nos games já começou

A evolução gráfica nos jogos nunca foi tão rápida — e a NVIDIA continua liderando essa corrida com o novo DLSS 5, a mais recente versão da sua tecnologia de upscaling baseada em inteligência artificial.

Mas afinal, o que muda na prática? E quais jogos já estão aproveitando isso?

O que é o DLSS 5?

O NVIDIA DLSS 5 (Deep Learning Super Sampling) é uma tecnologia que usa IA para gerar imagens em alta resolução com base em resoluções menores. Em outras palavras: mais desempenho com qualidade visual impressionante.

A nova versão leva isso a outro nível com:

  • Frame Generation ainda mais avançado
  • Melhor reconstrução de imagem
  • Redução de artefatos visuais
  • Maior estabilidade em altas taxas de FPS

Na prática, significa jogar com gráficos no ultra sem sacrificar performance — algo essencial principalmente em PCs intermediários.

O grande salto: Frame Generation aprimorado

Se o DLSS 3 já impressionava com a geração de quadros extras, o DLSS 5 melhora isso significativamente.

Agora, a IA consegue prever movimentos com mais precisão, reduzindo problemas como:

  • “ghosting” (rastros)
  • atraso na resposta
  • inconsistências em cenas rápidas

Isso faz muita diferença em jogos competitivos e também em títulos pesados com ray tracing.

Jogos que já usam DLSS 5

Diversos jogos recentes já estão adotando a tecnologia ou recebendo suporte via atualização. Entre os destaques:

  • Cyberpunk 2077
  • Alan Wake 2
  • Starfield
  • Black Myth: Wukong
  • Portal with RTX

Esses títulos mostram exatamente o potencial da tecnologia, principalmente quando combinada com ray tracing pesado.

Vale a pena?

Se você tem uma GPU mais recente da NVIDIA (especialmente da linha RTX), o DLSS 5 pode ser um divisor de águas.

Mesmo em placas mais modestas, a tecnologia ajuda a:

  • aumentar FPS drasticamente
  • manter qualidade gráfica alta
  • prolongar a vida útil do hardware

O futuro dos games

O DLSS 5 não é só uma melhoria — é um indicativo claro de para onde a indústria está indo: menos dependência de força bruta e mais uso de inteligência artificial.

Com isso, jogos cada vez mais realistas poderão rodar melhor até em PCs que não são topo de linha.


Conclusão

O DLSS 5 mostra que o futuro dos games já não depende apenas de hardware mais poderoso, mas de soluções inteligentes.

E se depender da NVIDIA, a próxima geração de gráficos não será apenas mais bonita — será também muito mais acessível.

Irmãs Amakura Fatal Frame: a história trágica

As irmãs Amakura Fatal Frame protagonizam uma das histórias mais trágicas da franquia, envolvendo um ritual sombrio e um destino cruel. Mio Amakura e Mayu Amakura são irmãs gêmeas que, durante uma visita a um local de sua infância, acabam entrando em uma vila abandonada envolta em mistério.

Essa vila é conhecida como Minakami Village, um lugar que foi palco de rituais macabros realizados no passado. Ao atravessar os limites da vila, as duas acabam presas em um mundo dominado por espíritos inquietos e memórias dolorosas.

Enquanto Mio assume o papel de protagonista jogável, Mayu se torna uma figura central na narrativa, frequentemente guiada por forças sobrenaturais que parecem atraí-la cada vez mais para o coração da tragédia.


O ritual da Borboleta Carmesim

No passado da vila existia um ritual conhecido como Ritual da Borboleta Carmesim.

Esse ritual exigia o sacrifício de duas irmãs gêmeas. Uma delas precisava matar a outra para selar um portal espiritual e impedir que forças malignas escapassem para o mundo.

Caso o ritual falhasse, a vila seria consumida por uma maldição.

O problema é que esse ritual já havia falhado no passado — e agora parecia que a história estava prestes a se repetir.

Ao longo do jogo, Mayu começa a ser influenciada pelos espíritos da vila, que a tratam como a sucessora da antiga vítima do ritual.


A força e a fragilidade de Mayu

Mayu é retratada como uma personagem delicada e vulnerável. Após um acidente na infância, ela passou a depender mais da irmã, o que fortaleceu ainda mais o vínculo entre as duas.

Essa dependência emocional cria uma dinâmica poderosa na narrativa. Mayu frequentemente expressa medo de ser abandonada, enquanto Mio demonstra uma dedicação absoluta em protegê-la.

Essa relação torna o destino das duas ainda mais doloroso, já que o ritual exige exatamente o oposto: que uma irmã tire a vida da outra.

Confira também nosso guia de como aumentar FPS em jogos para melhorar sua experiência.


Mio: a irmã que luta contra o destino

Enquanto Mayu é puxada lentamente para o ritual, Mio luta desesperadamente para quebrar o ciclo da maldição.

Armada com a Camera Obscura, uma câmera capaz de capturar e enfraquecer espíritos, Mio enfrenta as entidades que assombram a vila.

Mas, apesar de todo esforço, a maior ameaça não é um fantasma.

É o destino que parece querer separar as duas irmãs a qualquer custo.


Uma história sobre amor e sacrifício

A história das irmãs Amakura funciona porque vai além do terror tradicional.

Ela explora temas como:

  • dependência emocional
  • medo da perda
  • sacrifício inevitável
  • laços familiares

Por isso, muitos fãs consideram Fatal Frame II: Crimson Butterfly um dos jogos mais emocionais do gênero survival horror.

O jogo não assusta apenas com fantasmas — ele assusta com as escolhas que os personagens precisam fazer.


Por que essa história marcou tantos jogadores

Ao longo dos anos, a história de Mio e Mayu se tornou uma das mais lembradas da franquia Fatal Frame.

Isso acontece porque o jogo constrói uma atmosfera melancólica e inevitável. O jogador percebe aos poucos que escapar da vila pode significar perder algo muito mais importante.

Essa sensação de tragédia iminente transforma a jornada das irmãs Amakura em algo profundamente marcante.

Mesmo depois de terminar o jogo, muitos jogadores continuam refletindo sobre o destino das duas.


Uma das narrativas mais fortes do terror nos games

Entre jogos de terror, poucas histórias conseguem equilibrar medo e emoção como Fatal Frame II.

As irmãs Amakura representam perfeitamente esse equilíbrio. Elas não são apenas protagonistas de uma história assustadora — são personagens presos em um ciclo cruel que mistura amor, culpa e sacrifício.

E talvez seja justamente isso que torna sua história tão inesquecível.

No fim, o maior terror da vila não são os espíritos.

É o preço que duas irmãs podem ter que pagar para quebrar uma maldição.

Os 10 jogos de PS1 que moldaram meu caráter

Se você, assim como eu, viveu a transição mágica dos 16-bits para o 3D lá no meio dos anos 90, sabe que o PlayStation 1 não foi só um console: foi um evento canônico. Eu vinha de uma dieta rigorosa de cartuchos de Mega Drive e Super Nintendo, e de repente, a Sony me apresenta um tal de “CD-ROM” que vinha com vídeos, músicas orquestradas e… tempos de carregamento que davam tempo de fazer um misto-quente.

Mas valia a pena. Ô, se valia! Olhando para trás, com a bagagem de quem já segurou desde o controle de “osso” do Atari até os gatilhos adaptáveis de hoje, esses 10 títulos não são apenas jogos; são as razões pelas quais eu ainda perco noites em claro com um controle na mão.

1. Metal Gear Solid (1998)

O que o Hideo Kojima fez aqui foi sacanagem. Eu lembro de ficar embasbacado quando o Psycho Mantis começou a ler o meu “Memory Card”. Era a quarta parede sendo destruída antes mesmo de eu saber o que era uma quarta parede. É cinema puro em forma de polígonos serrilhados.

2. Castlevania: Symphony of the Night (1997)

Enquanto todo mundo queria ser 3D, a Konami entregou o 2D mais bonito da história. “What is a man? A miserable little pile of secrets!”. Alucard é o auge do estilo, e aquele castelo invertido? Eu quase joguei o controle na parede de alegria quando descobri.

3. Resident Evil 2 (1998)

O primeiro foi assustador, mas o 2? O 2 foi épico. Jogar com Leon e Claire, gerenciar cada bala de escopeta como se fosse ouro e fugir do Mr. X… eu não dormi direito por uma semana, mas terminei com as duas mãos suadas.

4. Final Fantasy VII (1997)

A morte da [SPOILER DE 30 ANOS] ainda dói. Foi o jogo que me ensinou que videogame podia fazer a gente chorar de verdade. Três CDs de puro suco de RPG japonês que mudaram a indústria para sempre.

5. Tony Hawk’s Pro Skater 2 (2000)

A trilha sonora que definiu uma geração. Se você não tentou mandar um kickflip ouvindo “Guerrilla Radio”, você viveu o PS1 errado? A jogabilidade era tão fluida que até quem nunca subiu num skate se sentia o próprio Rodney Mullen.


Ficha Técnica Geral da Era PS1

  • Plataforma Original: PlayStation (PSOne)
  • Onde jogar hoje: PlayStation Plus Deluxe (Clássicos), Emuladores (DuckStation é vida!), ou garimpando o hardware original no Mercado Livre.
  • Gêneros dominantes: JRPG, Survival Horror e Stealth.
  • Dica do Velho Gamer: Se for jogar no hardware original, lembre-se: virar o console de cabeça para baixo às vezes ajudava o canhão de laser a ler o disco. Sim, a gente era criativo!

6. Silent Hill (1999)

Se Resident Evil era susto, Silent Hill era trauma psicológico. A névoa (que servia para esconder as limitações do console) criava uma atmosfera de desespero que nenhum jogo de 2026 conseguiu replicar com a mesma crueza.

7. Tekken 3 (1998)

O rei do fliperama na sala de casa. A fluidez das animações era algo bizarro para a época. Eu era o chato que jogava de Eddy Gordo e ganhava de todo mundo apertando botão aleatório. Desculpa, amigos.

8. Gran Turismo 2 (1999)

Mais de 600 carros! Para quem gostava de automobilismo, aquilo era o paraíso. Tirar as licenças era um parto, mas a sensação de comprar seu primeiro “carro usado” e dar um tapa no motor era gratificante demais.

9. Crash Bandicoot: Warped (1998)

O mascote não oficial que a gente respeitava. A Naughty Dog já mostrava aqui que sabia tirar leite de pedra do hardware da Sony. Colorido, difícil na medida certa e com um design de fases impecável.

10. Winning Eleven 4 (1999)

Não dá pra falar de PS1 no Brasil sem citar o “futebol japonês”. Roberto Carlos no ataque era apelação, e a narração em japonês que a gente não entendia nada, mas gritava junto, faz parte do nosso DNA gamer.


E aí, qual desses você jogou até o CD estalar? Faltou algum essencial na sua lista? Deixa aí nos comentários, porque no QueroGames a gente valoriza a opinião de quem tem calo no dedão!

Pragmata: 2 Milhões de Downloads, mas o Hype é Real?

Fala, gamers! A Capcom soltou os números e eles impressionam: a demo de Pragmata bateu 2 milhões de downloads e o jogo já soma 2 milhões de wishlists. Mas, entre os números de marketing e a realidade do controle na mão, a conversa é outra.

Eu, que já vi de tudo desde o Atari, sei que volume nem sempre significa qualidade. E a verdade é que, após testar a demo, aquele fogo inicial deu uma esfriada.

O “Gargalo” do Series S e a Performance

O que era para ser um showcase da nova geração mostrou suas rachaduras, especialmente no Xbox Series S. A qualidade visual demonstrada ficou bem abaixo do esperado, com texturas lavadas e uma performance que nos faz questionar se o motor da Capcom está realmente otimizado para o “pequeno notável” da Microsoft. Se a ideia era vender o futuro, o que vimos foi um presente meio borrado.

Gameplay Morno?

Além do visual, o jogo em si parece… morno. A premissa da garotinha e do astronauta na Lua continua intrigante no papel, mas a execução na demo não empolgou. O ritmo está arrastado e falta aquele “tempero” que a Capcom costuma colocar em suas grandes franquias. 2 milhões de pessoas baixaram por curiosidade, mas quantas dessas realmente saíram convencidas?

No fim das contas, Pragmata corre o risco de ser mais um daqueles jogos que prometem o universo e entregam apenas um satélite sem brilho. Vamos torcer para que a versão final prove que eu estou errado, mas, por enquanto, meu hype voltou para a criogenia.


Ficha Técnica

  • Jogo: Pragmata
  • Desenvolvedora: Capcom
  • Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC
  • Previsão de Lançamento: A confirmar (e com muito trabalho pela frente)

O Retorno das Irmãs Amakura

Prepare a sua Camera Obscura, porque o terror japonês mais icônico dos anos 2000 está de volta e mais nítido (e assustador) do que nunca! Se você, como eu, ainda tem pesadelos com a Vila Perdida e aquelas borboletas carmesim, prepare o coração: Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake chega agora em março.


Agora em Alta Definição

Lançado originalmente em 2003 (direto da era de ouro do PS2!), Fatal Frame 2 sempre foi considerado por muitos — inclusive por este que vos fala — como o ápice da franquia. A história de Mio e Mayu, presas em um vilarejo que não deveria existir, é o tipo de terror psicológico que te faz olhar por cima do ombro toda vez que a luz da sala pisca.

Desta vez, não estamos falando de um simples “tapa no visual”. A Koei Tecmo e a Team NINJA entregaram um remake completo. Isso significa modelos de personagens refeitos, ambientes com iluminação volumétrica de cair o queixo e um áudio espacial que vai te deixar maluco ouvindo sussurros vindo de todos os lados.

O que mudou (além dos sustos)?

  • Controles Modernos: Esqueça aquela movimentação de tanque que nos fazia sofrer pra fugir de um fantasma. Os controles foram atualizados para os padrões atuais, mas sem perder a tensão característica.
  • Mecânica “Segurando as Mãos”: Uma adição que reforça o laço entre as irmãs (e aumenta o desespero quando elas se separam).
  • Camera Obscura Turbinada: Novos filtros, zoom e funções de foco foram adicionados, dando mais profundidade estratégica aos combates contra os espíritos.
  • Demo Disponível: Se você está na dúvida se aguenta o tranco, uma demo gratuita já está disponível para baixar, e o melhor: o progresso pode ser transferido para o jogo completo!

Nostalgia com Sabor de Medo

Para quem jogou no PS2 ou até no Xbox original, revisitar Minakami Village é como voltar a um lugar conhecido, mas que agora parece muito mais vivo (ou morto, tecnicamente). A fidelidade visual desse remake está absurda, lembrando o excelente trabalho feito em títulos recentes de terror, mas mantendo aquela estética japonesa melancólica que só Fatal Frame tem.


Ficha Técnica

  • Título: Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake
  • Desenvolvedora: Team NINJA / Koei Tecmo
  • Data de Lançamento: 12 de março de 2026
  • Plataformas: PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (Steam)

E aí, vai encarar o ritual de novo ou vai deixar a lanterna desligada? Se eu sumir nos próximos dias, já sabem: fui buscar a Mayu e me perdi na neblina!

The Sims 4 Marketplace e Programa Maker

Se tem uma coisa que a gente que joga desde o Atari e o Master System aprendeu, é que a indústria de games adora inventar moda (e formas de a gente gastar nossos “dinheiros”). Dessa vez, a Maxis e a EA resolveram oficializar algo que a comunidade de The Sims 4 já faz há mais de uma década, mas com um toque moderno: o The Sims 4 Marketplace e o Programa Maker.

Basicamente, o que antes era o “caos” maravilhoso dos mods e conteúdos personalizados (o famoso CC) espalhados pela internet, agora vai ganhar uma vitrine oficial dentro do jogo.

O que é esse tal de Marketplace?

Sabe aquela loja interna que a gente vê em jogos como Minecraft ou Roblox? É por aí. O Marketplace será um hub onde você poderá baixar conteúdos criados não só pela EA, mas também por jogadores selecionados (os “Makers”).

A grande sacada aqui — e que me chamou a atenção como alguém que já viu de tudo nesse mundo dos games — é que, pela primeira vez, os jogadores de console (PS4, PS5, Xbox) terão acesso fácil a esses conteúdos. Quem joga no PC sempre teve a vantagem dos mods, mas agora a galera do sofá também vai poder dar um tapa no visual dos Sims com itens feitos pela comunidade.

E como funciona o Programa Maker?

Não é qualquer um que vai poder sair vendendo sofá virtual, não. A EA criou o Programa Maker, um sistema onde criadores aprovados podem subir seus packs (com 3 a 50 itens) e serem pagos por isso.

Aqui entram alguns pontos importantes que todo Simmer precisa saber:

  • Moola: Sim, criaram uma moeda virtual nova. Você compra Moola com dinheiro real e usa para adquirir os packs no Marketplace.
  • Curadoria: Todo conteúdo passa por uma revisão humana da EA para garantir que não vai quebrar seu jogo ou ter algo impróprio.
  • Divisão de Lucros: Os criadores ganham uma porcentagem (especula-se algo em torno de 30%) sobre as vendas.

Minha opinião (de quem já viu o Master System virar PS5)

Olha, eu sou do tempo em que a gente comprava o jogo e ele vinha completo no cartucho. Ver o The Sims 4 — um jogo de 2014! — ainda se reinventando é impressionante, mas essa “plataformização” me deixa com um pé atrás. Por um lado, é animal ver criadores de conteúdo sendo recompensados financeiramente de forma oficial. Por outro, o uso de moedas virtuais (Moola) geralmente serve para mascarar o quanto estamos gastando de verdade.

Para quem joga em console, é uma vitória épica. Para quem está no PC, o CC gratuito continua liberado, mas os “Maker Packs” serão exclusivos dessa loja. É o progresso, eu acho?

Ficha Técnica: The Sims 4

  • Plataformas: PC, Mac, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X|S.
  • Lançamento do Marketplace: 17 de março de 2026 (PC/Mac), Consoles ainda em 2026.

E você, o que achou dessa novidade? Vai gastar suas economias em Moola ou vai ficar só no conteúdo base mesmo? Comenta aí!

O Retorno de Raziel e Kain: Legacy of Kain: Defiance Remastered

Se você, assim como eu, passou horas nos anos 2000 tentando entender a trama densa e filosófica de Nosgoth no PS2 ou no Xbox original, prepare o coração (ou o que sobrou dele). Legacy of Kain: Defiance Remastered acaba de ser lançado oficialmente hoje, 2 de março de 2026, trazendo de volta um dos maiores épicos da Crystal Dynamics.

Para quem é da “velha guarda” e lembra do impacto de alternar entre o plano material e o espiritual com o Raziel, essa remasterização não é apenas um tapa no visual. É a chance de reviver o desfecho da saga com a fluidez que a gente sonhava lá atrás.

O que mudou nessa nova versão?

Não estamos falando apenas de resolução 4K. A Crystal Dynamics caprichou em pontos que faziam muita falta:

  • Gráficos Atualizados: Texturas em alta definição e iluminação dinâmica que respeitam a atmosfera sombria original.
  • Câmera Reformulada: Se você sofria com a câmera fixa de 2003, a boa notícia é que agora temos um controle muito mais livre e moderno.
  • Switch de Visual: Assim como em outros remasters de respeito, você pode alternar entre os gráficos originais e os novos com apenas um botão. É nostalgia pura!
  • Dublagem Clássica: A performance icônica de Tony Jay (Elder God) e Simon Templeman (Kain) foi preservada e restaurada, garantindo que a narrativa continue sendo o ponto mais forte do jogo.

A Saga de Legacy of Kain: Destino e Vampiros

Vale a pena jogar em 2026?

Se você nunca jogou, Defiance é o ápice da narrativa de vampiros nos games. Esqueça brilhos no sol; aqui o papo é destino, livre-arbítrio e vingança. Para nós, jogadores que viemos do Master System e vimos o 3D nascer no PS1, ver esse jogo rodando liso a 60 FPS é uma satisfação difícil de explicar.

O combate, que mistura as habilidades de Kain e a agilidade espectral de Raziel, continua desafiador e muito mais responsivo nos controles atuais.


Ficha Técnica: Legacy of Kain: Defiance Remastered

  • Desenvolvedora: Crystal Dynamics / Aspyr
  • Gênero: Ação e Aventura / Hack ‘n Slash
  • Plataformas Disponíveis: PC (Steam/Epic), PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e Switch 2.
  • Preço Sugerido: R$ 149,90 (variando conforme a plataforma).

E aí, pronto para decidir o destino de Nosgoth mais uma vez? Eu já estou com o meu DualSense carregado para reencontrar a Soul Reaver.

[Guia] Abra todos os cofres de Resident Evil Requiem

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Resident Evil Requiem finalmente está entre nós e, mantendo a tradição da franquia, o game não entrega seus segredos de bandeja. Durante a jornada, você vai encontrar diversos cofres trancados que guardam itens cruciais. O problema? Achar as combinações geralmente exige vasculhar arquivos perigosos e dar voltas em salas infestadas de monstros.

Se você quer poupar munição e ir direto ao que interessa, este guia do QGR foi feito para você. Separamos todas as combinações por localização e dificuldade, mas atenção: os números mudam no modo Insano e todos os cofres são exclusivos das seções jogáveis da Grace.


Dicas de Sobrevivência

  • Precisão é tudo: Gire o disco exatamente na direção indicada. Se errar um número, volte à posição inicial e recomece a sequência.
  • Sem volta: O jogo não possui seleção de capítulos. Se passar de uma área, o cofre fica para trás. Mantenha saves manuais frequentes para não perder nada.

Centro de Cuidados em Rhodes Hill

Cofre 1 – Bar & Lounge

Localizado no segundo andar do Centro de Cuidados. Você vai encontrá-lo na área do Bar & Lounge — sim, aquela sala charmosa onde uma zumbi de vestido branco solta a voz. O cofre está sobre o balcão, protegido por alguns inimigos.

  • Recompensa: 3 Moedas Antigas.
DificuldadeCombinação
PadrãoEsquerda 10, Direita 80, Esquerda 30
InsanoDireita 20, Esquerda 50, Direita 30

Cofre 2 – Sala de Exames

Após usar o cartão para acessar a ala leste, você chegará à Sala de Exames. Procure por um armário no canto da sala; o cofre está escondido ali dentro.

  • Recompensa: 3 Moedas Antigas.
DificuldadeCombinação
PadrãoDireita 30, Esquerda 10, Direita 50
InsanoEsquerda 50, Direita 30, Esquerda 90

Care Center Porão em Rhodes Hill

Cofre 3 – Fornalha

Depois de recuperar o Plug no corredor das celas e abrir a porta da Fornalha, siga para o escritório lateral à direita. O cofre está bem visível e guarda um item indispensável para os completistas.

  • Recompensa: Documento que revela a localização dos Mr. Raccoons no mapa.
DificuldadeCombinação
PadrãoDireita 60, Esquerda 40, Direita 80
InsanoEsquerda 70, Direita 50, Esquerda 20

ARK

Cofre 4 – Câmara de Esterilização

Na ARK, o jogo alterna o protagonismo. Quando você reassumir o controle da Grace após a parte do Leon, chegará a uma sala com máquina de escrever. Entre na porta à direita para chegar à Câmara de Esterilização. O cofre está perto da janela. Cuidado: um monstro aparece aqui, então mova-se com cautela.

  • Recompensa: Itens de sobrevivência.
DificuldadeCombinação
PadrãoDireita 10, Esquerda 90, Direita 20
InsanoEsquerda 80, Direita 50, Esquerda 0

Cofre 5 – Sala de Controle de Monitor

Com a chave magnética em mãos, abra a porta vermelha perto da máquina de escrever no andar superior. Você sairá em um lobby com chão vermelho. Entre na primeira porta verde à esquerda e verifique o monitor no lado direito da sala para localizar o último cofre.

  • Recompensa: Itens de upgrade/munição.
DificuldadeCombinação
PadrãoEsquerda 50, Direita 60, Esquerda 80
InsanoDireita 20, Esquerda 0, Direita 70

Rumo à Platina

Ao abrir todos os cofres listados, você garante o troféu/conquista relacionado a essa tarefa. Para quem busca os 100% em Resident Evil Requiem, este passo é obrigatório e facilita muito a gestão de recursos nas dificuldades mais altas.


Ficha Técnica:

Plataformas: PC, Xbox Series X/S, Playstation 5

Detonado RE2 Remake Leon A Parte 10: Final

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Veja todas as partes do detonado RE2 Remake Leon A

Detonado RE2 Remake Leon A chega à Parte 10, com a fuga do laboratório e o confronto final contra o Tyrant. Veja como sobreviver e finalizar o jogo.

Agora, o sistema de autodestruição do NEST está ligado, o cronômetro está correndo e há apenas uma coisa entre você e a liberdade: a forma mais brutal do William Birkin.

É hora de mostrar por que os veteranos da era 32-bits não se intimidam com mutações gigantescas!


Como fugir do laboratório em RE2 Remake

Depois de pegar o frasco do vírus (ou a vacina, se estiver de Claire), o laboratório entra em alerta máximo. O G-3 surge para o confronto definitivo. No QGR, a gente sabe que essa é uma das lutas mais visuais e intensas do jogo.

O Combate: G-3 (William Birkin)

Nesta fase, o Birkin está maior, mais rápido e com três olhos gigantes expostos (um na perna, um no braço e um nas costas).

Estratégia de Mestre:

  1. Estoure os Olhos: Foque em destruir os três olhos. Quando você conseguir, ele ficará atordoado e abrirá uma série de olhos no peito. Esse é o momento de descarregar sua arma mais pesada (Magnum ou Lança-Granadas).
  2. Use o Cenário: A arena é grande. Quando ele arrancar partes da parede para jogar em você, corra para trás dos pilares.
  3. Dica do QGR: No final da luta, ele vai começar a bater freneticamente. Mantenha distância e finalize com tiros precisos no peito. Não economize munição; é agora ou nunca!

Como derrotar o Tyrant final (Super Tyrant)

Com o G-3 derrotado, você tem cerca de 10 minutos para chegar ao trem de fuga. Mas a Capcom não ia deixar você sair tão fácil.

Se você é Leon: O Super Tyrant

O Mr. X sofre uma mutação e vira o Super Tyrant. Ele é rápido e tem um ataque de carga que pode ser fatal.

  • O Truque: Fique circulando e atirando no coração exposto. Quando a contagem chegar perto do fim, a Ada jogará o Lança-Foguetes Antitanque. Pegue-o e dê um fim definitivo ao perseguidor de chapéu.

Se você é Claire: G-4

O Birkin vira uma massa de carne gigante com várias pernas.

  • O Truque: Use a Minigun que você encontrou na sala do trem. Mire na massa de olhos no centro dele. Quando ele começar a escalar as paredes, espere ele pular e desvie.

O Final do Lado A

Ao chegar ao trem e derrotar a ameaça, curta a cena final. Você conseguiu! Mas lembre-se: no universo de Resident Evil, o final é apenas o começo. Para ver o verdadeiro final e enfrentar a forma G-5, você precisará jogar o Lado B com o outro personagem.


Dicas

A Experiência Completa: Agora que você dominou o Lado A, comece o Lado B imediatamente. A história se complementa e o desafio é ainda maior.

O Rank S: Se você terminou rápido e salvou poucas vezes, pode ter desbloqueado armas infinitas. Nada como voltar ao R.P.D. com uma bazuca para descontar o susto que o Mr. X te deu!



Parte 9 – Laboratório

Detonado RE2 Remake Leon A Parte 9: Laboratório

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Veja todas as partes do detonado RE2 Remake Leon A

Detonado RE2 Remake Leon A chega à Parte 9 no laboratório, a fase final antes da fuga. Veja como resolver puzzles, avançar na área e enfrentar o Plant 43.

Se você sobreviveu ao cheiro dos esgotos e ao guindaste do Birkin, parabéns: você acaba de entrar no NEST, o laboratório subterrâneo ultra-tecnológico da Umbrella.

Aqui o clima muda de “terror gótico” para “ficção científica de pesadelo”. É tudo muito limpo, muito branco e muito perigoso. No Lado A, esta é a sua última chance de organizar a casa antes do confronto final.


Como explorar o laboratório em RE2 Remake

Assim que você descer pelo teleférico com a Ada (ou levando a Sherry), você chegará à recepção do laboratório. O NEST é dividido em três áreas principais: Norte, Leste e Oeste. Seu objetivo é conseguir o Bracelete de ID e atualizá-lo até o nível de autorização máximo.


A Estufa e os Zumbis de Planta (Ivy)

Na Ala Leste, você encontrará um dos inimigos mais irritantes do jogo: os Ivies. Eles são zumbis cobertos de plantas que podem te matar com um único agarrão se você não tiver um item de defesa.

  • Estratégia: Não gaste balas comuns neles. Atire nos bulbos amarelos no corpo deles para derrubá-los e, em seguida, use fogo. O Lança-chamas (Leon) ou Granadas Incendiárias (Claire) são as únicas formas de garantir que eles não levantem mais.

Como resolver os puzzles do laboratório

Para liberar o caminho, você precisará criar um herbicida no laboratório de testes químicos.

  1. O Código: Você precisará encontrar dois códigos (parecem símbolos de Tetris) nos terminais da estufa e da escada para liberar a máquina de mistura e a escotilha.
  2. A Mistura (Lado A): O objetivo é encher o frasco até a linha exata. A sequência de botões geralmente é: Verde, Vermelho, Verde, Azul, Vermelho, Azul, Verde, Azul.
  3. Resfriamento: Depois de misturar, você precisa descer até o Laboratório de Baixa Temperatura para resfriar o líquido. Só então poderá usá-lo na estufa para liberar o corpo que segura o chip de ID.

O laboratório é a última área completa do jogo, então qualquer recurso perdido aqui pode fazer falta nos confrontos finais.

Preparação para o Fim

Com o bracelete no nível máximo (Visitante -> Funcionário -> Executivo), você terá acesso à Ala Oeste, onde está o V-ACT (o vírus que você veio buscar).

  • Dica: Antes de cruzar a ponte para a Ala Oeste, faça o seu último grande estoque. Pegue toda a pólvora que guardou, fabrique munição de escopeta ou granadas e certifique-se de ter pelo menos dois itens de cura total (Erva Verde+Vermelha+Azul). O que vem a seguir vai exigir cada miligrama de saúde que você tiver.

Dicas

Upgrade Final: Não esqueça de pegar a última peça de upgrade da sua arma principal nos armários do laboratório. No nível final, qualquer 10% a mais de dano faz diferença contra o que está por vir.

O Modulador de Sinal: Você encontrará esse aparelho na área dos beliches. Ele serve para restaurar a energia em vários painéis pelo laboratório. Examine o item, alinhe as ondas (frequência e amplitude) até ficarem iguais e coloque no painel da parede.


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